10.12.08

A ida a uma entrevista, após um ano no desemprego, já não é novidade nenhuma para mim e se antes me sentia nervosa, hoje é apenas uma ligeira comichão no estômago.

 

As bofetadas já foram tantas, que o entusiasmo de alguém me ligar a dizer para ir a uma entrevista já não é nenhum. 'Que bom, vou a mais uma entrevista...', penso.

 

Já desisti de dizer que tenho algo marcado aos meus pais. Pois se eu já perdi essa sensação, eles ficam esperançados a cada ida e depois muito desiludidos com cada nega.

 

É desesperante que ao fim de tantos envios de currículos e de meia dúzia de entrevistas, continue desempregada.

 

Hoje fui a uma entrevista através de uma empresa de trabalho temporário. É certo que o que a senhora disse é verdade, que pouco mais do que o ordenado mínimo para uma pessoa que vive em Gaia e tem que ir trabalhar para o Freixieiro (Matosinhos/Maia, Est. Nac. 107) não é fácil. Mas senti que fui perder o meu tempo. Então se tinham o meu contacto móvel, é porque tinham os meus dados e se à partida isso seria um elemento eliminatório (nota: morar mais ou menos longe), mais valia nem sequer me terem chamado...

 

Amanhã tenho mais uma entrevista. Veremos se vou sair de lá tão frustrada como hoje.

 

Se não recebesse hoje um casal amigo em casa, apenas me apetecia fechar no quarto às escuras e ficar lá a lamentar-me...

link do postescrito por anid, às 18:58  opina à-vontade

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